Maestro João Carlos Martins

Patologia: Distonia Focal do músico

Aos dezoito (18) anos descobriu ter distonia focal, tal fato não o limitou, continuou tocando Bach mesclando força e suavidade. No auge de seus vinte e sete anos, devido a dor e aos desafios da doença pensou em desistir, mas foi resgatado pelo seu professor e então entendeu que “quando tudo parece perdido, aparece um fato novo que traz esperança”.

Neste ínterim, realizou várias cirurgias e na 24º recebeu um prognóstico de que não poderia mais tocar piano profissionalmente. Não aceitou e, aos 63 anos iniciou como maestro, encantando ao público e inspirando sua orquestra a sempre “dar o seu melhor”.

Sua história de superação e resiliência mostra que “a música venceu e vencerá”!

Ela resgata pessoas, transforma histórias, transmite sentimento, luz e muda tudo a sua volta.

As cirurgias que fez, os tratamentos que adotou entre eles as luvas de ônix que lhe permitem continuar tocando, foram contribuições valiosas para o avanço científico acerca da distonia focal e ele tem sido um porta voz para a conscientização acerca da distonia.

Parafraseando o maestro: “os distônicos tem que servir como objeto de inspiração para todos os segmentos da sociedade, pois mesmo sentindo tanto desconforto, tantas dores, tanta insegurança e medo, eles persistem, eles lutam, eles fazem e eles vivem!”

  • Em 2025, o Maestro João Carlos Martins nos deu a honra e é Embaixador oficial do Instituto Distonia Saúde. Oficialmente se despediu das turnês Globais, mas continua trabalhando para que a distonia seja reconhecida e que tenhamos mais pesquisa e com isso a cura para a distonia não somente no Brasil, mais no mundo.

Instagram: @maestrojoaocarlosmartins

 

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